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Alheia a tudo... ou talvez não!

Blogue da Bruxa Mimi. Marido: Gato Rogério. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (13, 11, 10 e 2 anos).

Mini-férias - dia 4 (18-8-2015)

06.09.15 | Bruxa Mimi
Síntese: Fátima - Portugal dos Pequenitos - Casa

Saímos do hotel e fomos ao Santuário para nos "despedirmos". Como eu no dia 2 não cheguei a confessar-me, dirigi-me às Capelas da Reconciliação para o fazer. Entrei. Estava muita gente, mas fui sentar-me a seguir à última pessoa do último banco ocupado. Fiquei um bocado, mas, sabendo que o Rogério e as crianças estavam à minha espera e vendo que o ritmo a que as pessoas iam ficando "despachadas" era muito lento (só uma pessoa foi chamada durante os vários minutos que lá estive, apesar de estarem quase dez sacerdotes a confessar), acabei por me vir embora, com o firme propósito de me confessar quando estivesse novamente em casa.

Seguimos para o "Portugal dos Pequenitos". Passámos pela entrada antes de estacionar e percebemos que estava uma fila enorme. Quando, a pé, voltámos à entrada, continuava com uma fila enorme. Atendendo às horas (quase meio-dia), decidimos almoçar antes de entrar. Assim, teríamos mais energia para aguentar a espera.

Não vos vou falar do almoço, exceto que mais uma vez devemos ter passado a ideia que éramos muito pobrezinhos (na interpretação da Varinha) porque pedimos comida em quantidades aparentemente reduzidas. No entanto, foi preciso esforço e insistência para que tudo ficasse comido...

Quando acabámos de almoçar, voltámos para a entrada do "Portugal dos Pequenitos". Praticamente não havia fila! Yeeeesss! Ficámos atrás da pessoa que estava atrás da pessoa que estava a ser atendida. Enquanto esperava, olhei para uns miúdos fora da fila - pareciam-me familiares... olhei para o adulto que estava com eles, seu pai... era nosso conhecido! Chamo-o, cumprimento-o e ele diz: "A S. está ali a comprar os bilhetes."

A pessoa à nossa frente, que entretanto já estava a ser atendida, era nossa conhecida... e eu não tinha dado conta de nada (só a conheço há mais ou menos 20 anos, por isso tenho "desculpa")!

Conversámos um bocadinho. A S. disse que praticamente sempre que vai a algum sítio encontra alguém que conhece, sem estar nada combinado. Contou que, uma vez em Nova Iorque, num restaurante no meio de Chinatown, encontrou uma amiga da terra onde mora. Não há coincidências, mas...

Depois de entrarmos, cada família (eles são sete, no total) foi para seu lado. Mais tarde encontrámo-nos outra vez, o que deu jeito para termos fotografias de família completa (nós e eles) e conversarmos mais um bocado. :-)

As casas em tamanho miniatura cativaram mais as crianças do que a parte dedicada aos países por onde os portugueses passaram e deixaram marca, ou do que a parte dedicada aos monumentos (edifícios construídos com "bocados" de edifícios/monumentos reais, como a Torre de Belém, por exemplo). Também adoraram a coleção das Barbies (eu, que não simpatizo com a boneca escanzelada, confesso que também gostei da coleção).

Foi um dia bem passado. Vale muito a pena visitar o "Portugal dos Pequenitos"!

A seguir fizemos a viagem para casa. Que bom foi dormir na nossa caminha!

Sonho #53

05.09.15 | Bruxa Mimi
Sonhei que encontrava a Olívia no hospital. Ela tinha a barriga enorme, já de fim de gravidez e quando me vê, pergunta-me:

- Para estares aqui quer dizer que há novidades?

Eu: Não sei, vamos ver, mas acho que não.

Depois a Olívia vai-se embora e eu fico sozinha.

A partir daqui, já não sei muito bem o que acontece, pois a memória do sonho é confusa. Acho que algum(a) funcionário(a) me conduz a uma sala de espera cheia de macas vazias. Demoro imenso tempo a ser atendida, apesar de não haver mais pacientes. Não me lembro da consulta propriamente, mas associo-a a algo esquisito.

Sonho #51 (pertence à categoria dos pesadelos)

03.09.15 | Bruxa Mimi
Sonhei que uma amiga (a CR) que faz muitas viagens e tem muita energia estava a andar em cima duma espécie de mota larga, como se a dita "mota" fosse um animal que tivesse de ser domado, mas não quisesse: esquerda, direita, esquerda, direita, muito depressa. 

A certa altura, eu percebo que se a CR não parar, vai cair num precipício (que surgiu naquela altura do meu lado direito - lado esquerdo dela). Ao mesmo tempo, uma amiga comum, a D., apercebe-se exatamente do mesmo. Ambas gritamos: "Para*!", mas ela não para... e cai no precipício com a mota (que, assim que cai, desaparece do sonho). Eu corro para tentar segurar a minha amiga, mas não consigo. 

O precipício é enorme. A CR demora imenso tempo a chegar lá abaixo. Quando chega, levanta uma nuvem de poeira tipo as dos desenhos animados (mas sem piada nenhuma).

*grafia de cortesia: "Pára!"

Este sonho já se passou há mais de uma semana, mas ainda me atormenta de vez em quando!

Mini-férias - dia 3 (17-8-2015)

03.09.15 | Bruxa Mimi
Antes de irmos para a Fátima, tínhamos algumas visitas "alinhavadas". Uma delas era visitar as Grutas de Mira de Aire e, possivelmente, ir ao Parque Aquático, seu vizinho/parceiro (não sei bem qual a relação entre os dois). Já no hotel, tivemos a agradável surpresa de descobrir, no livro sobre os serviços do hotel, que, como hóspedes, teríamos direito a desconto nas Grutas de Mira de Aire.

Síntese: Fátima - Grutas da Moeda - Pia do Urso - Fátima

Depois do pequeno-almoço, falámos com o rececionista de serviço sobre a forma de obter desconto nas Grutas de Mira de Aire. O senhor disse-nos que bastava um carimbo do hotel no folheto (havia vários na receção), o logo carimbou um exemplar. Disse que eram umas belas grutas e que, se fosse um dia bonito e quente (o que não era o caso), até nos sugeriria irmos a seguir ao Parque Aquático, que as crianças deveriam gostar. Mas, na conversa, acabou por nos falar de outras grutas, menos conhecidas, mais perto de Fátima e mais pequenas. No seu entender - que já tinha visitado ambas várias vezes -, as Grutas da Moeda eram mais adequadas para as crianças e também eram mais "naturais" do que as famosas de Mira de Aire. Para além disso, ainda nos falou de uma aldeia serrana que tinha (tem) um Eco-Parque Sensorial - embora nos tenha informado que o mesmo já não se encontrava como novo... O nome da aldeia é Pia do Urso (informações aqui, aqui e também no vídeo seguinte, que aliás o rececionista nos mostrou na altura, tal a sua disponibilidade).



Achámos que eram boas sugestões e decidimo-nos por elas. Aproveito para contar que enquanto falávamos com o rececionista os nossos filhos se portaram muito mal. Não vale a pena pormenorizar, mas acrescento que esse mau comportamento também pesou na decisão.

Antes de nos pormos a caminho do carro, estacionado ao pé do Santuário, fomos à Capelinha das Aparições. Estava a decorrer uma Missa em italiano. Ficámos apenas uns minutos.

Nas Grutas da Moeda também tivemos direito a desconto. O bilhete para os cinco ficou em 16,20€. Se não me engano (e vendo o bilhete parece que não), o Feitiço não pagou, por só ter cinco anos.


Na parte de trás do bilhete, alguns avisos, que foram
categoricamente ignorados pela maioria dos visitantes.
Foi uma visita que valeu a pena. Eu gostei imenso e o Rogério e as crianças também. Não sei é se elas aprenderam mesmo alguma coisa...

O guia era um jovem com algum humor. Falava em português e em inglês. Provavelmente diz sempre as mesmas piadas, por isso não as vou contar, para não vos estragar a visita quando lá forem... (Uma é sobre gordura e a outra sobre entradas grátis - e mais não digo.)

Dentro da gruta respeitámos as regras e não tirámos fotografias, mas no espaço ao pé da bilheteira não havia contra-indicações, por isso tirámos algumas. Como de costume, não vos mostro nenhuma em que apareçamos, mas pronto, é a vida!

Expositor com pedras e fósseis e mais não sei quê (sou muiiiiito culta).
Talvez a minha preferida.

Linda"flor"!


Linda "folha"!
Depois fomos para a Pia do Urso.

Quando lá chegámos, eram horas de almoçar. Não tendo outra hipótese, fomos a um (o único?) restaurante, chamado Piadussa. O almoço foi bom, mas difícil de comer tudo até ao fim, apesar de termos pedido comida em quantidade que nos pareceu adequada. Eles conseguiram comer sempre menos do que prevíamos! Mais uma vez, salada só de tomate não trazia só tomate (está visto que o problema está em mim).

O cartão do restaurante:

Antes de sairmos do restaurante fomos à casa de banho. Com crianças e em especial crianças com as "características urinárias" do Feitiço, não se pode facilitar!

O Eco-Parque Sensorial era giro, sem dúvida, mas de certeza que era melhor quando não tinha partes estragadas... Aqui ficam algumas fotografias (muita coisa ficou de fora):



Assim como a Dorothy seguia a estrada dos tijolos amarelos,
no Eco-Parque segue-se o caminho dos círculos de madeira...
O piso do caminho fotografado de perto.
Em pleno Jogo do Galo.
Por falar em galo...
Rodando as peças, conseguia obter-se um coelho...
"Pia do Amor" - vê-se que tem forma de coração? :-)
Quando chegámos a Fátima, fomos percorrer o Caminho dos Pastorinhos:



... mas não correu bem. Os miúdos (e não só) estavam cansados, enganámo-nos no Caminho (eu sei, não é fácil uma pessoa enganar-se, mas nós seguimos um mapa e foi isso que nos "tramou"!), enfim... Apesar dos pesares, gostei e só quando lá estava é que percebi que aquele caminho (sem o empedrado (e etc.), obviamente) tinha mesmo sido percorrido pelos Pastorinhos Lúcia, Francisco e Jacinta (eu pensara que tinham chamado "Caminho dos Pastorinhos" para cativar as atenções ou algo do género - patetice da minha parte, certo?).




Havemos de lá voltar sem ser ao fim de um dia (em que estivemos sempre a andar)!

De regresso ao hotel, foram os banhos. Na hora de decidir sobre o jantar, experimentámos pedir "serviço de quartos" (ao menos assim, a má educação dos nossos filhos e a sua esquisitice quanto à comida não davam espetáculo, para além de que seria mais uma experiência nova para eles). 

Ora, para pedir o serviço de quarto precisávamos que o telefone funcionasse - o que não aconteceu. Desci, então, à receção e relatei o problema. O rececionista disse que iria enviar uma pessoa ao quarto para registar o pedido. E não demorou a fazê-lo, pois dois minutos depois de eu chegar ao quarto já alguém batia à porta. Fizemos o pedido e nem meia hora depois já nos estavam a levar tudo. 

Quando a comida chegou, as crianças disseram todas que queriam a sandes (só pedimos uma), mas depois da sopa e da fruta a fome já "era". A sopa era deliciosa (como a da véspera), a fruta também (e "quatro peças" afinal eram múltiplos exemplares de quatro variedades) e o pão estava saboroso. Deve ter sido a única refeição em que comeram tudo sem reclamar da qualidade ou da quantidade!

E assim se passou o terceiro dia.

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