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O dia mundial do... e o Feitiço

por Bruxa Mimi, em 30.05.17

Parece que hoje é o Dia Mundial do Chichi na Cama. Não saberia disto, se a Olívia não me tivesse avisado acerca deste post.

Vá-se lá saber por que razão a Olívia se lembrou de mim ao lê-lo! Até parece que tenho um filho que faz chichi na cama todas as noites! não tenho, como os mais fiéis seguidores deste blogue bem sabem... 

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Post alheio recomenda-se!

por Bruxa Mimi, em 30.05.17

No blogue "Entre biberons e batons" há uma rubrica chamada "Consultório", em que uma psicóloga (nem sempre a mesma, parece-me) dá dicas e conselhos sobre algum aspeto relacionado com a educação de crianças. Na maior parte das vezes não encontro grande novidade, embora seja bom lembrar algumas coisas que podem ter caído no esquecimento.

 

O último post no "consultório" foi este. Tem a ver com gerir a raiva no nosso relacionamento com as crianças. Infelizmente, não posso dizer que tenha sido mais um post a repetir o que já sabia... Ajo (ou melhor, reajo) várias vezes a quente, com raiva. Não é bonito de se ver. Também não gosto de assistir quando é outra pessoa (outro adulto com papel educativo) a agir assim. 

 

Se também sentem que há raiva a mais na vossa relação com as crianças que vos dizem respeito (filhos, alunos, ...), leiam este post. Sem medo e sem raiva

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Mês de Maria - Dia 30

por Bruxa Mimi, em 30.05.17

"PARIS NÃO FOI ARRASADA"

 

Em maio de 1944, Paris vivia momentos angustiantes de fome, de pavor, de apreensão quanto ao futuro.

Os exércitos aliados tinham invadido a França pelo Norte, marchavam sobre a grande cidade, abrindo caminho a poder de bombardeamentos implacáveis. Que fariam eles à capital, onde os alemães estavam poderosamente entrincheirados?

Em agosto, Hitler, ao reconhecer a cidade perdida, na loucura da sua cólera, dá esta ordem terminante ao general Von Cholitz, comandante dos exércitos alemães: «Transforme Paris em escombros e sepulte-se nas ruínas».

Este general, apesar de ser de obediência absoluta, não cumpriu, pela primeira e única vez, a ordem recebida.

Nem a cidade foi destruída pelos alemães que a ocupavam, nem bombardeada pelos exércitos aliados que a libertaram. Onde a razão deste prodígio que os historiadores atuais qualificam de inexplicável? Está em Nossa Senhora Medianeira.

Perante o perigo iminente de destruição total, o Cardeal Suhard, Arcebispo de Paris, faz em 21 de maio e renova a 15 de agosto, festa da Assunção de Maria, este duplo voto:

«Nossa Senhora, Nossa Padroeira, permiti ao Arcebispo de Paris e ao seu povo, em testemunho da sua confiança ilimitada, fazer-vos hoje uma dupla promessa:

Prometemo-Vos celebrar doravante, cada ano, a festa da vossa Mediação Universal.

Prometemo-Vos, também, oferecer-Vos uma nova igreja paroquial com o título de «Nossa Senhora Medianeira de todas as graças».

A Santa Mãe de Deus quis mostrar ao mundo inteiro que é a Medianeira de todas as graças e salvou Paris. A cidade agradecida cumpriu a dupla promessa, celebrando cada ano a festa de Maria Medianeira de todas as graças e mandando construir uma igreja monumental em sua honra.

Este prodígio aumenta a nossa confiança em Maria Medianeira e estimula-nos a acreditar piedosamente nesta gloriosa prerrogativa da Mãe de Deus e Mãe nossa.

Escreveu o Papa Leão XIII: «Podemos afirmar com toda a verdade e propriedade que, do imenso tesouro de graças, trazido ao mundo pelo Salvador, nada absolutamente nos é concedido senão por Maria, segundo a vontade expressa de Deus» (Encl. Octobri mense).

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