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Fiquei chocada!

por Bruxa Mimi, em 06.06.17

Dizia eu no post sobre o batizado da Magia que fiquei chocada ao ver uma das leitoras no filme que o Tio Gato gravou, na câmara do Gato Rogério. 

 

Não estou a exagerar, fiquei chocada. Ainda estou chocada!

 

Começo por identificar as leitoras: eu li a primeira leitura e o salmo responsorial, e a Vassoura leu a segunda leitura (e, já agora, fica registado que o Rogério leu as orações dos fiéis).

 

Qual das leitoras me chocou, pela forma como leu? Eu, senhores. 

 

Durante anos fui leitora em determinado contexto, que incluía ler na Missa. Nunca me fizeram correções à forma como lia (demasiado depressa ou devagar, etc.), mas a avaliação que eu fazia da minha própria capacidade não dependia disso. Eu sei ler respeitando a pontuação, se há palavras mais difíceis (e na Bíblia há várias) eu não costumo atrapalhar-me, a velocidade tem-me parecido adequada (exceto no domingo anterior ao do Pentecostes, em que, segundo o Rogério, eu li tão depressa que parecia que queria era despachar a leitura), enfim... até acho que leio bastante bem! Além disso, para me assegurar que faço uma leitura em condições (quer na Missa, quer a ler uma história aos alunos), preparo-a com antecedência.

 

Então, por que razão fiquei chocada? 

 

Não foi pela dicção, pela velocidade ou pelo volume da voz. As palavras soavam-me bem. O problema estava na minha expressão facial enquanto lia. Parecia que estava a fazer teatro*! Menos, Mimi, muito menos!

 

*Eu tenho uma veia artística que puxa para o teatro, mas nunca foi minha intenção pô-la a funcionar enquanto leitora na Missa.

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(Ainda) estou de coração cheio!

por Bruxa Mimi, em 06.06.17

Como anunciei no sábado, a Magia foi batizada no domingo. E foi tudo tão, tão bom!

 

Conseguimos chegar à hora combinada (uns minutos antes do início da Missa, para a parte das perguntas iniciais), o que desde logo acabou com um dos meus receios: que as mamadas ou fraldas impróprias para consumo atrasassem a saída de casa. Aproveito para ressalvar que a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estavam prontíssimos com muita antecedência, quartos incluídos (o do Feitiço teria beneficiado da minha intervenção na arrumação da véspera, mas não tive oportunidade - no entanto, a cama foi impecavelmente feita de lavado, nessa manhã... por mim).

 

A cerimónia decorreu lindamente. A Magia teve um comportamento 15  (não é engano, foi mesmo quinze estrelas), mágico, poderia dizer: dormiu na maior parte do tempo e não chorou no momento em que lhe caiu água na cabeça (nem em nenhum outro).Os cânticos, que foram escolhidos por mim e pelas jovens responsáveis do coro da Missa das 10 horas, foram bem cantados e ajudaram a viver o Pentecostes e toda a celebração. As leituras ouviram-se bem (sobre uma das leitoras falarei noutro post, pois fiquei em choque quando vi o vídeo da celebração). As crianças mais próximas (as nossas, as filhas da Margarida e quatro dos doze filhos dos padrinhos da Magia) portaram-se bem q.b. (tenho que admitir que houve um bocadinho de conversa e que tive de lhes chamar a atenção). O nosso pároco mostrou-se bem-disposto, como é habitual nele, e acrescentou um pormenor no fim do rito do Batismo (esclarecendo que não fazia parte): um beijinho no cimo da cabeça da Magia. 

 

A festa continuou em nossa casa. Se não me falha a memória, éramos 36 pessoas, num T3 sem quintal... Assim que entrei em casa e vi a mesa que a Nina organizou, desapareceu outro receio: que não houvesse comida suficiente para tanta gente. Na verdade, havia de facto mais comida do que a prevista, pois, para além do que tínhamos combinado, apareceram umas deliciosas empadas de carne (levadas pelos meus padrinhos, apesar de eu ter dito que não era necessário levarem nada), um pudim de coco* (feito pela minha irmã Margarida, por sugestão da minha mãe) e uns bolinhos de amêndoa (levados pela minha mãe porque sabia que eu gostava muito - como gosto, aliás das outras duas variedades de bolinhos de amêndoa que já havia! ).

 

Pouco depois de chegarmos a casa, retirei-me para o quarto com a Magia, para lhe dar de mamar num sítio sossegado. Obviamente que não era suposto os convidados ficarem à minha espera para começarem a comer. Para mamar do meu leite e beber o biberão, a Magia levou o seu tempo. Resultado: quando finalmente fui para a sala, descobri que a salada de frutas tinha acabado. Foi a única coisa que acabou antes de eu aparecer e ainda agora tenho pena, porque não como salada de frutas há mais tempo do que o que gostaria - é que eu adoro salada de frutas! 

 

O convívio com família e amigos foi top. O ambiente só teve os seus momentos menos pacíficos na zona de guerra: os quartos dos miúdos. Não é costume o Feitiço ter rapazes para brincar cá em casa, e tinha dois. As irmãs, pelo contrário, têm as primas (mais) adoradas algumas vezes ao ano, mas desta vez, além delas, tinham as três filhas mais novas dos padrinhos da Magia e uma prima delas, que é irmã dos dois rapazes. A vantagem numérica estava toda no lado feminino, mas o ímpeto guerreiro abundava no líder masculino (o anfitrião Feitiço, apesar de mais novo do que os seus parceiros). Enquanto dava de mamar no meu quarto ouvi os ataques e gritos de guerra, assim como as vozes apaziguadoras de alguns adultos (sobretudo mães). Quando saí do quarto, pus fim a uma batalha e consegui alcançar alguma paz duradoira graças a ter autorizado, sob condição que a paz se mantivesse, a continuação do piquenique em cima da cama do Feitiço. 

 

Ao longo das horas, a Magia andou de colo em colo e não refilou; foi um encanto para todos. A certa altura veio para o meu colo e adormeceu, e eu deixei-a lá ficar (ao contrário do que costumo fazer), enquanto conversava.

 

*Sem adjetivo porque ainda não provei - acabou por ser uma das pièces de résistance, não sucumbindo às investidas dos presentes.

 

 

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