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(Escrevo este post com o aval da Matilde.)

 

Quando éramos miúdas, eu e a Matilde brincávamos com as crianças da vizinhança que, diga-se de passagem, eram poucas!

 

Havia duas irmãs (M1&M2) que nem sempre víamos, porque só eram nossas vizinhas quando estavam em casa da avó, do outro lado da rua.

 

Havia (durante algum tempo) duas irmãs (uma delas uma conhecida atriz da atualidade) que tinham uma irmã mais velha que não nos ligava peva (1.ª vez que escrevo «peva»!). (MJ&P)

 

Havia uma irmã e um irmão, que depois tiveram outro irmão. (M3&A)

 

Do grupo, eu era a mais velha e o A era o mais novo. A ordem etária era, penso: Mimi, MJ, M1, Matilde, P, M2, M3, A. 

 

Bem, houve uma vez em que a Matilde fez uma troca de brinquedos com (se não me engano), a M3 e o A. Chegou a casa muito contente com a nova aquisição (não faço a mínima ideia do que se tratava). Quando indaguei sobre o que tinha dado em troca, fiquei a saber (ou então já tinha descoberto, esses pormenores não recordo) que o que ela tinha levado era um telefone com rodas, que se puxava por um fio e que era muito engraçado. Era algo deste género (mas, segundo a minha memória, mais giro):

telefone_brincar.jpg

O telefone tinha ainda outra particularidade: era meu

 

Fiquei mesmo zangada com a Matilde. Tenho ideia de ter tentado desfazer a troca, mas não correu bem, já não sei porquê.

 

A Matilde diz, hoje, que o que fez lhe pesa um bocado na consciência. Mas não foi com essa intenção que eu ofereci ao Matildezinho, no Natal passado, um telefone-carro, OK? 

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