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Alheia a tudo... ou talvez não!

Blogue da Bruxa Mimi. Marido: Gato Rogério. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (13, 11, 10 e 2 anos).

Prelúdio Azul, de Dulce de Souza Gonçalves

01.06.18 | Bruxa Mimi

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Há uma semana fui ao lançamento do primeiro romance de uma amiga e ex-colega. O lançamento foi bastante interessante e ainda deu para umas boas gargalhadas. Havia um lanche com salgados e bolinhos ao fundo da sala. Portei-me bem - não petisquei, sequer. Ajudou o facto de ter jantado (sopa e fruta) antes de ir ao lançamento (que começou às 19 horas).

 

Depois do lançamento, fotografias e autógrafos incluídos, acompanhei outras ex-colegas no jantar (mais uma vez não comi nada - digam lá que não fui linda). Enquanto foram buscar o jantar, eu tomei conta das malas e li as primeiras páginas do romance. Obriguei-me a parar quando chegaram com os tabuleiros. Éramos quatro; conversámos e rimos e eu adiantei, às que não a conheciam, a história do "How I met your father". É assim a vida: nem leitoras eram do blogue e já sabem o desfecho da blogossérie. Cunhas, senhores, cunhas... é nisto que dá!

 

Voltando ao "Prelúdio Azul". Depois das primeiras páginas, lidas naquela noite, não retomei a leitura por conta do relatório que - finalmente! - concluí e entreguei na segunda-feira. Na terça, estive a ver os episódios das séries que também esperaram que a porcaria do relatório estivesse prontao. Na quarta, recomecei o livro. Só parei quando teve de ser. Ontem, feriado, não tive oportunidade de pegar no livro. Hoje terminei a leitura.

 

Gostei bastante. Achei que a história cativa, deixando-nos por vezes suspensos no que vai acontecer. Há episódios ou momentos que podem dar para umas furtivas lágrimas (a mim deram) e outros para umas gargalhadas (não muitos, no meu caso). Há uma personagem ab-so-lu-ta-men-te o-di-o-sa (e é-o mais e mais à medida que a história avança), que acaba por ter o que merece, felizmente. Há personagens de quem inevitavelmente se gosta, a começar pela protagonista e pela sua família. E mais não digo, exceto:

 

Quem não ler o "Prelúdio Azul" é um ovo podre! 

(regressei à infância/juventude ao ler o livro, que se passa nos anos 80...)