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  • Mamã Gansa

    E às vezes até temos uma bela silhueta esbelta.

  • Mag@ sob disfarce

    Alô, alô Mimi, que tal um postzinho novo agora pel...

  • mami

    ando, ainda, à procura desse ângulo perfeito :D

  • Bruxa Mimi

    Obrigada!(Vi que ligaste no sábado... Obrigada mai...

  • Mag@ sob disfarce

    PARABÉNS, MIMI!!!  Venham muitos mais anos,...




Férias em Paris by Vassoura

por Bruxa Mimi, em 09.09.18

Como sabem, eu e os meus irmãos e os meus pais fomos a Paris. Foi super fixe e eu adorei!!! Neste post, eu vou classificar todos os sítios a que nós fomos em estrelas.

 

Segunda-feira:

Casas de banho do aeroporto (francês) – 

Aquelas casas de banho são excelentes! Fiquei impressionada!

McDonald’s – 

 

Terça-feira:

Catedral de Notre Dame – 

A catedral é linda, mas eu não gosto muito de visitar esse tipo de sítios porque acho um bocadinho chato.

Crepes (ao almoço) – 

Os crepes eram horríveis, mas mesmo assim comi metade. Uma salva de palmas para mim!

Torre Montparnasse – 

A vista é fantástica e para além disso havia atividades interativas muito giras.

Torre Eiffel – 

Arco do triunfo

 

Quarta-feira:

Disneyland Paris – 

Aquilo é fantástico! O ambiente é espetacular, e a música de fundo ajuda. O desfile foi incrível e o espetáculo foi super giro! Só não gostei muito de ser tudo muito caro e das enooooormes filas para andar numa coisa de 2 minutos. 

 

Quinta-feira:

Palácio de Versalhes – 

O palácio é muito bonito mas há um pormenor que estraga tudo: as casas de banho. Eram horríveis! Havia uma só casa de banho para homens e mulheres que tinha o chão porco e cheirava mal.  

 

Sexta-feira:

Museu do ar e do espaço

Aquilo até era giro… para quem se interessasse, o que não era o caso. O que eu gostei mais foi o restaurante que lá havia e o jogo em que tínhamos de comandar um avião.

 

Sábado:

Não fizemos nada de interessante sem ser ver televisão, em francês. Nós vimos alguns desenhos animados em que as personagens não falavam e que tinham piada.

 

 

[Nota da Mimi: a Vassoura escreveu este post pouco depois de regressar de Paris, mas eu achei que só faria sentido publicá-lo depois de eu escrever sobre todos os dias da experiência. Desculpem!]

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Paris - dia 6 (11/8/2018)

por Bruxa Mimi, em 08.09.18

[Resumo: Arrumações. Limpezas. Viagem até ao aeroporto. Viagem de regresso a nossa casa, em Portugal.]

 

O resumo já disse tudo o que era essencial sobre este dia...

 

Por estarmos num apartamento de familiares e não num hotel, não podíamos deixar a casa "como calhasse", em termos de limpeza.

 

Então, e porque a hora do nosso vôo nos permitia isso, aspirámos a casa, limpámos a casa de banho, fizemos máquina de roupa (ou máquinas? Não me lembro.) com os lençóis e as toalhas, estendemo-los no estendal (where else, right?), lavámos, secámos e guardámos a loiça que usámos no pequeno-almoço e pusemos no devido lugar aquilo que precisámos de mover durante a nossa estadia (um colchão, o parque, um sofá, alguns objetos). O marsúpio, que não iria usar neste dia, já tinha sido lavado na véspera, à noite, e ficou pendurado a secar na casa de banho, num cabide.

 

Fazendo um apanhado geral destes dias em Paris, penso que aproveitámos bem o tempo, que foi uma experiência nova para nós, como família, em todos os sentidos, que foi cansativo, mas muito agradável, ao mesmo tempo... Uma experiência a repetir!

 

Obrigada, Mário e Marinette!

 

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Paris - dia 5 (10/8/2018)

por Bruxa Mimi, em 06.09.18

[Resumo: Casa. Museu do Ar e do Espaço. Casa.]

musee-de-l-air-et-de-l-espace.jpg

 Esta visita conta-se muito depressa, acho eu (no fim do post confirma-se ou desmente-se esta hipótese).

 

O Rogério gostou.

O Feitiço gostou.

Eu passava bem sem lá ter ido.

A Vassoura, idem.

A Varinha, idem.

A Magia, idem (mas, para ser honesta, a ela, todas as visitas despertaram o mesmo interesse... Disneyland, Versailles ou Musée de L'Air et de l'Espace!)

 

Se um dia forem a este museu, recomendo que, caso precisem, esvaziem a bexiga (ou o que for) numa casa de banho ao pé da entrada ou do restaurante e nunca - jamais, em tempo algum! - numa casa de banho que há a meio da exposição. Depois não digam que não vos avisei...

 

Já que mencionei o restaurante, acrescento que almoçámos lá, antes de visitarmos o museu, o que nos encurtou bastante o tempo da visita (não que eu quisesse ficar mais tempo, mas houve atividades - pagas à parte, e que nós não pagámos, mas que, inicialmente, pusemos a hipótese de voltar à bilheteira para podermos participar - que poderiam ter feito a diferença na opinião geral da parte feminina da família).

 

Tirando o tempo de espera até sermos atendidos, nada tenho a apontar de negativo relativamente a este restaurante: a comida era muito saborosa e o atendimento simpático... e parcialmente em português! A jovem que nos atendeu nasceu em França, mas é filha de portugueses e ia, nessa noite, viajar para Portugal, em férias. Espero que esteja a ter ou tenha tido muito boas férias!

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Paris - dia 4 (9/8/2018)

por Bruxa Mimi, em 29.08.18

[Resumo: Casa. Versailles. Almoço numa pizzaria perto do palácio. Palácio de Versailles. Casa.]

 

Sobre o Palácio de Versailles não há muito a dizer.

 

É grande, muito grande.

É bonito, muito bonito. E piroso! 

Os jardins são grandes e bonitos, também.

E está mais ou menos tudo dito...

 

Mas como quero escrever um pouco mais (querer até não quero, mas acho que devo), vou contar como foi a nossa experiência...

 

No almoço deste dia, numa pizzaria perto do Palácio, eu e o Rogério pedimos a quantidade certa de comida , que estava, diga-se de passagem, muito saborosa.  A parte chata foi que uns insetos tipo vespa andavam sempre a cirandar pela nossa mesa (eventualmente, não só pela nossa, mas as outras pessoas não pareciam estar incomodadas com nada). A Varinha, que detesta insetos de todo o tipo (e teme pela vida quando os vê), fez um bocado de fita. Tendo em conta que uma "vespa" se foi meter dentro do copo de sumo dela, vamos dar-lhe um desconto... [Lamento informar os defensores dos animais que aquele inseto morreu afogado. Ou então não lamento...]

 

A certa altura, começou a chover. Na esplanada do restaurante estávamos razoavelmente abrigados. Felizmente já não chovia quando terminámos a refeição, já que só tínhamos um guarda-chuva, pequeno, ainda por cima.

 

Ao entrar no recinto exterior do palácio, chovia novamente, uma chuva miudinha, felizmente. Vimos uma fila enorme, para quem já tinha bilhete. Dirigimo-nos ao local onde se vendiam bilhetes e, depois de os compramos, por momentos, seguindo as indicações, parecia que iríamos evitar a fila... Foi ingénuo da nossa parte pensar isso, admito!

 

Como ainda chovia, não tão pouco quanto isso, nesta altura, o Rogério foi para a fila e nós os cinco ficámos na loja à espera que me desse um toque para o telemóvel, para nos juntarmos a ele, à entrada.

 

Enquanto esperávamos, a Vassoura e a Varinha precisaram de ir à casa de banho. Se não precisassem mesmo, não teriam ido (segundo disseram), pois só havia uma casa de banho, partilhada por homens e mulheres e que cheirava muito mal. Eu, que só passei perto da casa de banho, posso confirmar que cheirava muitíssimo mal. Fez-me lembrar umas casas de banho "duvidosas", por onde passei quando participei em algumas peregrinações (muitos autocarros cheios de peregrinos a parar em estações de serviço pequenas ultrapassava a capacidade logística do local).

 

Ainda elas não estavam despachadas, tocou o meu telemóvel. Era o Rogério. Corremos para ao pé dele (eu empurrando o carrinho da Magia), já que ainda chovia.

 

Ao entrar, parecia que estávamos no aeroporto... malas para um lado, pessoas para o outro... Com a diferença, para pior, que não podíamos ficar com o carrinho de bebé. Era recolhido ali e entregue no fim da visita. O que nos valeu foi o marsúpio, que andava sempre connosco, mesmo quando levávamos o carrinho. Mas, pelo que pude observar, outras famílias foram apanhadas de surpresa e não se livraram de dar colo tradicional (e mais cansativo) às suas crianças pequenas...

 

Durante a visita, o Feitiço amuou com qualquer coisa e desapareceu da nossa vista. Não nos apercebemos logo e rapidamente o encontrámos (tinha avançado demais), mas ainda assim foi um susto. Nestas questões de segurança, o Feitiço não é muito de fiar... A partir dali, o Feitiço foi bem "preso" ao Rogério e só acalmou quando visitámos a Galeria das Batalhas, cheia de bustos e pinturas referentes a - adivinhem! - batalhas (e a heróis das mesmas, mortos ou não na altura)... O rapaz gosta mesmo de lutas, guerras e afins!

 

Das janelas do Palácio, fomos espreitando os jardins. Embora sejam lindos (eu sei que são porque os visitei em 1997), ainda bem que não pagámos para os ver. Chovia e, no fim da visita ao Palácio, estávamos todos cansados.

 

Recuperámos o carrinho e fomo-nos embora.

versailles.jpg 

 

Conselho:

Se não fizerem questão de poder dizer que visitaram o Palácio de Versailles, visitem o Palácio de Queluz. É igualmente bonito, não tão grande, é um facto, mas sai muito mais barato! E os miúdos podem andar no carrinho de bebé...

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Paris - dia 3 (8/8/2018)

por Bruxa Mimi, em 23.08.18

[Resumo: Casa. EuroDisney. Casa.]

 

Ainda em Portugal, o Rogério e eu decidimos que iríamos todos à Disneyland, durante a semana em que estivéssemos em Paris. Decisão tomada, comprámos os bilhetes online, poupando uns euros (não sei quantos, agora, mas a diferença entre comprar online e comprar na bilheteira, no dia em que fôssemos, era substancial). Os bilhetes definiam a época de entrada, mas não o dia, deixando-nos livres para escolher o dia de ida. Uma ressalva, no entanto: com bilhetes comprados com antecedência, sem data definida, pode dar-se o caso de haver uma enchente e não se conseguir entrar. Por essa razão, planeámos ir à Disney num dos primeiros dias da nossa estadia em Paris. Ah, e escolhemos visitar "apenas" um Parque (o maior, que é enorme e dividido em várias zonas).

 

O que hei de dizer sobre a EuroDisney?

 

O ambiente é mágico, graças aos fantásticos cenários e à música que se ouve em todos os locais. O facto de a maior parte das pessoas presentes ter algo Disney em si (como umas orelhas de Mickey ou Minnie, ou um vestido de princesa, no caso de muitas meninas) também ajuda a criar ambiente. Nós fizemos parte daqueles que não ajudam... É tudo muito caro e nós somos muitos! 

 

Há muito para ver, passeando simplesmente. Mas, em termos de atividades, as filas de espera são enormes (não será assim durante todo o ano, mas penso que seja inevitável, em agosto...), do género 60 a 80 minutos (há placards eletrónicos com essa informação, junto a cada entrada, para a pessoa saber ao que vai...). Nós estivemos numa fila menor, de apenas 50 minutos, para "viajarmos" numa "nave espacial" durante um minuto e meio, aproximadamente. Nem sei como é que a Magia aguentou a seca - eu aguentei com dificuldade!

 

O cortejo das personagens Disney, umas a pé, outras em carros decorados a rigor, é muito giro, mas não sabendo quando é que ia ser (nem que ia ser), não ficámos bem posicionados para assistir. Estávamos a almoçar quando começou! Mesmo assim, valeu a pena, até para mim que fiquei dentro do restaurante a mudar uma fralda à Magia (daquelas que envolvem as costas, se é que me entendem) e só pude levantar os olhos quando passou a Maléfica em forma de dragão lançador de chamas. Claro que quem estava posicionado de modo a ver a totalidade do cortejo certamente apreciou mais do que eu, mas eu dei-me por satisfeita com o que vi (que remédio!)...

 

Acho que nós cometemos um erro estratégico: não investigámos a programação do parque a priori. Por isso é que nunca sabíamos o que ia acontecer. Fomos vendo o que nos aparecia à frente. Ainda assim, tivemos sorte, pelo menos eu e as meninas. Passo a explicar:

 

Quando estávamos a tentar ir ao poço da Branca de Neve, demos com uma passagem interdita. Rapidamente percebemos porquê: estavam a passar várias princesas por ali. Seguimos as princesas com o olhar e percebemos que havia um aglomerado de gente junto a um palco (a que podemos chamar "salão de baile da Princesa Aurora"). Dirigimo-nos para lá, mas mais uma vez, a visibilidade não era a melhor: estávamos de lado em relação ao palco, e os miúdos, por serem pequenos, viam muito pouco. Quando terminou o baile, as pessoas começaram a dispersar, mas reparámos que algumas pessoas estavam sentadas mesmo em frente ao palco, como se esperassem algo mais. Inquirindo, soubemos que iria haver novo baile das princesas, dali a não muito tempo.

 

Pela primeira e única vez, separámo-nos (sendo aquele o ponto de encontro): o Rogério e o Feitiço foram andar de carro (depois de esperarem numa fila por não sei quanto tempo) e nós ficámos instaladas num local elevado mesmo em frente ao palco, sem cabeças à nossa frente. Gostei imenso do espetáculo. Quando terminou, o Rogério e o Feitiço ainda não tinham chegado. Sem hipóteses de mudar o ponto de encontro (pois eu cometi a asneira de deixar o telemóvel em casa (parisiense) a carregar), continuámos no tal local elevado, desta vez mesmo ao centro. Pensámos: "Se eles se atrasarem e por acaso ainda houver novo baile das princesas, já estamos no melhor local para assistir!". E foi mesmo isso que aconteceu. A diferença foi que a Magia, que dormiu durante os dois primeiros espetáculos, acordou antes de começar o terceiro. Vamos fazer de conta que ela apreciou devidamente o baile, está bem? 

"Et n'oubliez jamais que toutes les filles sont des princesses!" diz a Princesa Aurora perto do fim. E uma pessoa acredita, quando está ali...

 

Este vídeo que encontrei na net mostra um espetáculo quase igual ao que nós vimos.

 

O Rogério e o Feitiço apareceram quando o baile terminou. Novamente juntos, fomos explorar algumas zonas que ainda não tínhamos visto, como a do Farwest. Estas últimas zonas que visitámos são tão giras como as primeiras, na minha opinião, mas exercem menos fascínio em quem chega pela primeira vez à Disneyland - pelo menos se for acompanhado de meninas apreciadoras de princesas... Se um dia lá voltar (não será a coisa mais provável, mas não gosto de dizer nunca...), e se me lembrar, começarei por visitar estas zonas menos "famosas".

 

O parque abre às dez da manhã e encerra às dez da noite. Não chegámos à hora de abertura (longe disso), mas saímos bastante perto da hora de fecho. Se valeu a pena, apesar do que não vimos e do que não fizemos, e do cansaço com que chegámos a casa?

 

Valeu. 

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Paris - dia 2 (7/8/2018)

por Bruxa Mimi, em 19.08.18

[Resumo:

Casa. Catedral de Notre Dame. Almoço (crepes). Torre de Montparnasse. Torre Eiffel. Arco do Triunfo. Casa.]

 

 

O Rogério foi ao supermercado (por causa da famigerada sopa) e ao metro comprar os passes para viajarmos de transportes livremente durante os cinco dias.

 

Depois do pequeno-almoço (não muito cedo), com a Magia instalada no marsúpio, lá nos aventurámos pelo metro de Paris, sob a liderança segura do Gato Rogério.

 

Visitámos:

#1 - a Catedral de Notre Dame. Bonita, mas não mais do que tantas outras. Talvez esteja a ser injusta. É que a Magia não me permitia ficar parada a apreciar nada, pois desatava a refilar de forma bem sonora. Então eu tive de passar por tudo muito à pressa e não pude dar o devido valor. Por outro lado, temos no nosso país catedrais e igrejas tão ou mais bonitas do que a de Notre Dame. Só não temos um corcunda fictício a torná-las (tão) famosas...

corcunda.jpg

  

Depois almoçámos. Escolhemos um sítio onde serviam crepes e (eu e o Gato) cometemos a asneira de pedir cinco crepes. Enquanto esperávamos, demos a papa à Magia. Ainda ela não tinha terminado a papa já os crepes estavam a chegar à mesa. Eram simples q.b.: apenas tinham queijo e frango, mas, mesmo assim, as crianças deram corda à sua esquisitice, decidiram que não gostavam e pouco comeram (em especial a Varinha "Baguette" e o Feitiço). Acabámos por deitar fora o que eles não comeram, o que foi muito mau, mas nos serviu de lição.

 

#2 - a Torre de Montparnasse. Foi aqui que tivemos desconto de 25% (nos dois bilhetes de adulto), por termos o passe Paris Visite. Mesmo assim pagámos 55,50€, como podem verificar na imagem.

bilhetes_Montparnasse_tras.jpg

No outro lado dos bilhetes via-se uma imagem de um local de Paris, que poderia ser visto a partir da torre. Podem reparar que em seis bilhetes, temos cinco imagens diferentes. A imagem repetida está no bilhete da Magia, que não pagou entrada. Deve ser essa a explicação. 

bilhetes_Montparnasse_frente.jpg

Acho que valeu e vale a pena ir à torre, pela vista (a toda a volta) e pelas atividades que se podem fazer. No entanto, como em todos os sítios que visitámos, a presença de uma bebé limitou a disponibilidade para aproveitar cada uma das coisas. Mas gostei - e automaticamente subir à Torre Eiffel deixou de ser uma atividade atrativa. Por que haveríamos de gastar dinheiro para ter uma vista muito mais limitada de Paris do que a que tínhamos ali? Só para podermos dizer que subimos à Torre Eiffel, ex-libris da cidade de Paris? Não, obrigada!

 

#3 - a Torre Eiffel. Muito honestamente, a Torre Eiffel não é nada de especial. Mas é a Torre Eiffel e seria impensável irmos em família a Paris e não tirarmos umas fotos com ela como pano de fundo! Foi o que fizemos. Perto da torre, havia muitos vendedores de rua a vender as mesmas coisas. O Feitiço gastou um euro a comprar cinco porta-chaves Torre Eiffel, e as manas V&V fizeram o mesmo, mas dividindo a despesa entre si (não sei como fizeram para dividir os cinco porta-chaves...).

Resultado de imagem para torre eiffel

#4 - o Arco do Triunfo. Fomos suficientemente perto para o ver e tirar fotografias, e nada mais. O Rogério ainda fez algumas observações acerca do Arco, mas o cansaço generalizado não deu para grandes atenções...

Resultado de imagem para arco do triunfo

 

Nota: podia colocar aqui fotografias por nós tiradas (leia-se: pelo Rogério), mas não as tenho no meu computador e não sei sequer se temos alguma em que nós não estejamos, por isso ficam aqui estas tiradas da Internet e podem dar-se por felizes...

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Paris - dia 1 (6/8/2018)

por Bruxa Mimi, em 15.08.18

[Portugal -> Paris, França.]

 

Resumo:

Chegámos. Ambientámo-nos. Fomos às compras. Jantámos no McDonald's. Iniciámos o fiasco da sopa. Stop. 

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Paris e a sopa da Magia

por Bruxa Mimi, em 14.08.18

[Para perceber o contexto, ler o post introdutório sobre a ida a Paris.]

 

Uma das questões que nos preocupava (a mim e ao Rogério), relativamente à viagem e estadia em Paris, era a alimentação da Magia. A alimentação dos outros, mais esquisitice, menos esquisitice, não nos preocupava por aí além (que é o mesmo que dizer que não nos preocupava de todo). A logística de uma bebé é sempre mais complicada (não só a alimentação!)...

 

Eu e o Rogério não somos muito originais em termos de alimentação, não inventamos receitas, enfim, somos limitados! Por outro lado, a Magia não é uma bebé que goste de experimentar novos sabores. Se estamos a comer, ela não mostra qualquer interesse na nossa comida. Bebe o leite do biberão e come bem a sopa, a papa e a fruta, se for banana. Há frutas deliciosas, de que todos cá em casa gostamos, e que ela simplesmente ignora. Se lhe damos a provar (porque vamos dando!), ela mal come uma colher e é com ares de nos estar a fazer um favor.

 

Posto isto, decidimos que, quando passeássemos, levaríamos as coisas necessárias para preparar a papa e o biberão. Era o mais simples. No entanto, como estávamos num apartamento, pensei fazer uma sopa para que a Magia não passasse quase seis dias a leite e papas (o Rogério chegou a sugerir que fizéssemos isso, mas a minha condição de mãe, por mais balda que às vezes possa ser, não me permitiu aceitar essa solução)!

 

No dia em que chegámos, à tardinha, fomos a um supermercado que havia (há) perto do apartamento. Comprámos coisas para o pequeno-almoço e legumes para a sopa da Magia. Em casa, demos-lhe papa, que era o que havia de mais imediato para ela comer. A seguir, fomos jantar ao McDonald's, que havia (há) muito perto de casa (mais perto do que o supermercado). 

 

Nessa noite, depois de nos organizarmos, de rezarmos e de termos os miúdos na cama, comecei a descascar os legumes... mas a sopa não ficou pronta nessa noite, não!

 

Na segunda-feira a sopa ficou esquisita, muito líquida, mas não era só isso, o sabor também deixava muito a desejar. O Rogério propôs desistir da sopa. Como eu insisti que a Magia devia comer sopa pelo menos uma vez por dia, e achava que bastava uma batata doce para remediar a sopa, na terça-feira o Rogério voltou ao supermercado e comprou duas batatas doces e carne para adicionar à sopa.

 

Na terça-feira já não sei o que foi que aconteceu, mas a sopa não ficou pronta para a Magia comer, e acabou por não ficar pronta de todo.

 

Na quarta-feira a sopa ficou quase pronta, mas, se não me engano, só foi oferecida à Magia na...

 

... quinta-feira. Qual a opinião da mademoiselle Magie? La soupe? Mange-la toi!

 

Eu pouco comi da sopa (a carne de vaca para mim estragava tudo), mas a Varinha (Baguette, en français - aprendi ao ver um bocadinho de desenhos animados dans la télé française) comeu e repetiu, na quinta-feira, a Vassoura comeu na quinta e na sexta-feira, tal como o Rogério, e o Feitiço comeu na quinta-feira.

 

Resumindo, tanta preocupação e tanto trabalho para fazer uma sopa para a Magia e, do ponto de vista do objetivo inicial, a sopa foi um autêntico fiasco! Porque voltei a oferecer-lhe a sopa no jantar de sexta-feira e no almoço de sábado, antes de regressarmos a Portugal, e ela comeu tanta sopa como vocês!

sopa_bebe.jpg

[Pas la soupe qu'on a fait.]

 

Nota: Tudo o que escrevi em francês pode estar (e está, certamente) com erros. Qu'est-ce qu'on va faire? Rien! C'est la vie!

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Como escrevi anteriormente, a rede de transportes públicos de Paris é imensa e bastante confusa ("Quem não sabe é como quem não vê"). Mas alguns pormenores agradaram-me particularmente.

 

#1

Numa estação por onde passámos apenas uma vez (duas, contando ida e volta), o cais tinha portas como se fosse um metro. Quando um metro chegava à estação, parava sempre de modo a fazer coincidir as suas portas com as portas do cais, que se abriam ao mesmo tempo do que as das carruagens. Mais seguro, e mais fácil saber onde nos colocarmos enquanto esperamos que o metro chegue! Infelizmente não tenho nenhuma fotografia para ilustrar este pormenor.

 

#2

Por cima das portas do comboio (alguns), a lista das estações do percurso efetuado por esse comboio tem uma luzinha por cima do nome de cada paragem. Quando se aproxima uma paragem, a luzinha dessa paragem pisca. Quando se sai dessa paragem, a luzinha apaga-se. Além disso, nestes comboios ouve-se duas vezes o nome da paragem seguinte, sem a introdução portuguesa de "próxima paragem" (que se calhar só atrapalha quem não percebe português). Parte menos positiva deste ponto positivo: em alguns comboios que tinham este sistema, as luzes estavam sempre a apagar-se.

metro_paris.JPG

 

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Andar de transportes públicos em Paris...

por Bruxa Mimi, em 13.08.18

... não é fácil. Especialmente se se é um casal com quatro crianças, uma das quais com um ano e dois meses e que não anda, duas mochilas (uma grande e uma pequena) e um carrinho de bebé.

 

São muitas linhas de metro, misturadas com as de comboio (RER), as de autocarro, elétrico e não sei se mais algum transporte que me tenha escapado.

 

Correção: as linhas dos transportes propriamente ditas não estão misturadas, têm é ligações múltiplas entre elas. As linhas que de facto estão misturadas são as que representam as linhas (ou percursos) reais, no esquema de transportes que se encontra afixado e nos folhetos disponíveis nas várias estações. Sentia-me quase analfabeta funcional ao olhar para aquele emaranhado de linhas. Valeu-me S. Gato Rogério!*

 

Como a maior parte das linhas e estações de metro (o transporte que mais utilizámos) são antigas, não têm elevadores. Para compensar, têm labirintos e escadas em abundância!  Estas características foram, sem dúvida, as que mais apreciámos enquanto circulávamos. #Sóquenão.

 

Na segunda-feira, dia em que fizemos a viagem para Paris, fomos de táxi do aeroporto (de Orly) até ao apartamento. O valor para essa viagem é fixo: 35€, pagando-se quatro euros por cada passageiro além dos quatro que enchem um táxi de cinco lugares. Nós pagámos, portanto, 43€ (o facto de a Magia ir ao meu colo não afetou).

 

Na terça-feira de manhã, comprámos um passe de cinco dias para os cinco membros pagantes da família. Foi uma boa opção (já pensada e decidida em Portugal, antes de irmos), uma vez que esse passe deu para todos os transportes públicos, no centro e nos arredores de Paris. Não tivemos mais de estar em filas para comprar bilhetes. Além disso, o passe permitiu-nos ter desconto de 25% num dos sítios onde fomos (apenas nos bilhetes de adultos).

CCF13082018_00000.jpg

 Antes de ir para Paris, tinha pensado levar o pano para transportar a Magia. O problema é que apenas sabia a maneira de transportar uma bebé pequenina. Pensei pesquisar na Internet e treinar em Portugal, mas, quando o fiz, a Magia não quis colaborar e, sendo muito em cima da viagem, acabei por decidir não levar o pano. Lá teria de carregar o carrinho de bebé em Paris, nos transportes... 

 

No apartamento do meu irmão, enquanto procurava almofadas para as várias camas, encontrei um marsúpio.** Pensei logo experimentar usá-lo com a Magia, no dia seguinte. Apesar de saber que não é a forma de babywearing mais recomendada, porque as pernas da criança ficam "penduradas", decidi usá-lo porque um marsúpio tem a grande vantagem de não precisar de pesquisar na Internet a forma de usar. É muito mais simples. Não que fosse automático, mas as imagens ilustrativas no próprio marsúpio permitiram colocar a Magia no dito cujo e passar o primeiro dia a andar de transportes e a visitar vários locais sem usar o carrinho.

 

O primeiro dia sem usar carrinho? Porquê? Nos outros dias usaste-o, Mimi? Sim, usei. Levei a Magia no marsúpio, mas como fiquei com dores nos ombros e nas costas, no primeiro dia de passeio, achei melhor, nos outros dias, levar outro recurso, para ir alternando conforme precisasse. Mas quem me dera não ter ficado com dores de costas... Além de ser chato carregar o carrinho escadas acima e escadas abaixo, havia estações onde ele não passava aberto pelas entradas e saídas de controlo e tinha de ser fechado. E se, por acaso, a Magia estava nele, nessa altura, tínhamos de a retirar, fechar o carrinho, e fazer o inverso depois de passarmos (exceto, claro, se a Magia recusasse voltar para o carrinho, a malandra...).

 

 

 *Em minha "defesa", sem o Rogério teria deixado de ser analfabeta. Com ele, "encostei-me"...

**Não me surpreendeu, uma vez que o Mário e a Marinette têm uma filha um ano mais velha do que a Magia (a Marinettezinha) e um bebé que nasceu em janeiro deste ano (o Máriozinho).

 

 

 

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